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7.11.11

Mix it up


Sabe aquelas versões de músicas em outros estilos?
Houve um boom de clássicos do punk rock em new-bossa pelo Nouvelle Vague...
A Rio Sessions com músicas de 80's, 90's, etc, em new bossa também.
Bob Marley, Stones, Guns'n'Roses, também não ficaram de fora.

Além disso, versões de músicas pop em milhões de outros possíveis estilos, viraram cool e pipocaram na internet nos últimos anos, assim como as mash ups.

Críticas e preferências pessoais à parte, o Rock'n'beats fez o álbum "Is This Indie" com bandas brasileiras, dando seu toque pessoal e suas versões às músicas dos Strokes.
As bandas não são necessariamente de indie-rock - a queridíssima Banda Uó fez uma versão delícia para Last Night, e que eu descrevi no facebook como "Strokes versão eletrobrega inspirado em Odair José, um clipe psicodélico-chroma-key e figurino 90's."

Não conhecia as bandas em nada do tipo e nem quero comentar as performances, ainda que tenha adorado.

O que eu preciso compartilhar mesmo é a necessidade das gerações atuais - isso me inclui, claro - "do tudo ao mesmo tempo agora".
O Pop já não é mais só pop, ele tem a versão rockabilly, por que afinal de contas, 50's é o novo 90's e não faz sentido essa segregação.
Uma banda tão incônica aos anos 2000 não poderia ser deixada de lado, e logo fizeram versões pros hits em indie-rock-brasileiro e entregaram o álbum em mãos ao Casablancas, depois do show de sábado.
E eu nem fico curioso pra saber o que ele achou, por que talvez ele esteja tão fora do contexto em que o álbum foi criado, que não teria tanto sentido, talvez - ainda que o baterista seja brasileiro.. Vai saber!

Existem teorias sociológicas de que o mundo atual funciona como uma rede de linhas de metrô.
As estações seriam as referências, tribos, etc. e nós viajamos sem saber muito bem por onde, de onde e pra onde, afinal o metrô é "invisível". E a cada estação e descemos, pegamos alguma coisa que nos interessa e juntamos ao que antes já havíamos coletado.
Basicamente, ninguém é só "hippie" ou "punk" ou "indie" ou "playboy", etc.. 
A segregação já é quase impossível devido ao grande número de informações absorvidas ou não, diariamente.

Logo as mash ups, versões musicais, e estilos fazem mais sentido na sociedade contemporânea, do que a insistência por uma identidade musical/fashion ou de estilo de vida puro e sem influências.

É daí que o cool se mistura ao brega e ganha prêmios de música.
É daí que o "Rock In Rio" tem hip hop, axé, pop, soul e rock, e de onde tiveram a ideia genial de unir bandas e cantores nunca antes juntos, no palco Sunset. 
E o Marcelo D2 profetizando "hip hop ao samba", faz toda uma cidade como o Rio de Janeiro, venerá-lo.
É daí que surgem os termos aparentemente absurdos e sem sentido de neo-retrô, hippie chic, e onde o Hi-lo toma conta dos editoriais de moda nos últimos anos.

O sagrado e o profano andam de mãos dadas na cultura contemporânea e ninguém sabe ao certo por quê e como isso foi acontecer.

Com todos os possíveis movimentos sociais, onde tudo é cíclico ou melhor, "helicoidal", pode ser que voltemos à segregações sociais, em busca das identidades originais, essências, etc.
Mas antes, ainda tem muito hip-hop-rock-samba pra tocar na sua iVitrola.

****


E a banda "The Baseballs" também é uma boa pedida pra quem quer ver Rihanna ficar interessante: http://trendcoffee.cc/post/11404817786/the-baseballs


27.10.11

Apenas o clichê




Acabei de assistir "Apenas o Fim", filme brasileiro super independente com o Gregório Duvivier e a Érika Mader, passado na PUC (RJ), dirigido por um até então, estudante da PUC (RJ).
Essas eram as informações que tinha quando vi qualquer crítica sobre o filme.
Fiquei curioso em relação ao roteiro, que na época O Globo não especificou. Só elogiou.
Um delicioso clichê universitário da zona sul carioca!
Um término de namoro de uma hora de discussão.
Tem um quê de "Antes do amanhecer" e sua sequência, mas na PUC-RJ.

Fiquei pensando, além de qualquer coisa relacionada à construção da personalidade dos personagens, o que leva as pessoas a assistirem esses filmes. É uma DR, logo, presume-se que é um entediante e irritante, já que ninguém, além das histéricas, gosta de DR.
Ou seria a questão de que pimenta nos olhos dos outros é refresco?

Teorizações nem tão à parte assim, os personagens têm conversas de um casal em seu auge, porém no término do relacionamento. Se descobrem a cada pergunta casual repetida sobre preferências e .. teorias sobre o cotidiano.

O personagem do Gregório Duvivier, assim como eu, teoriza ironicamente até o por quê ele é a favor do trabalho infantil. Acaba por ser meio incompreendido, o que reforça o clichê jovem nerd aspirante a cineasta que ele aparenta se orgulhar, exibindo os óculos do avô com  coragem e louvor apesar do meio grau de miopia.
Ela, não foge aos estereótipos garota zona sul de personalidade excêntrica ao ponto de namorar o perdedor-geniozinho da faculdade, ainda que seja linda.

Os clichês se repetem a todo instante assim como "facas e ursos de pelúcia" se repetem no roteiro do filme.
O tema é clichê, os personagens são clichês, o lugar é clichê, as conversas são todas aquelas que se tem numa mesa de bar ou num domingo de pizza - cenas igualmente clichês.
Mas não seria isso que traz o charme do filme?
Não seria a segurança daquele fim esperado desde a primeira leitura do título do texto?
A falta de surpresa nos personagens com quem os protagonistas cruzam? Na trilha sonora "Marcelo Camelo"?
No banho de água fria (literal) do perdedor?

Qualquer comédia romântica ganha um casal na segurança de um clichê. Por isso são comédias, senão caem direto na sessão dos dramas das extintas locadoras.

E assim termino mais uma breve teoria irônica sobre o por quê comédias românticas são como valium para casais.

17.9.10

Invasão Indie



Vira e mexe as premiações da MTV trazem alguma banda de indie rock pra fazer alguma participação no VMB, como já trouxe Bloc Party, Living Things, etc...
O Multishow com a cópia da premiação, também copia a participação da banda internacional e esse ano trouxe a delícia do Bombay Bicycle Club.
BBC é uma banda de Londres, mais especificamente de Crouch End, que toca indie-folk rock inglês, o que significa mais modernidade no seu conceito de folk-rock

"Escolhido como a banda revelação de 2010 pela revista inglesa “NME”, o quarteto londrino estourou ano passado com o disco “I had the blues but I shook them loose”, com um rock dançante e, às vezes, até pesado. Este ano, eles surpreenderam a crítica e público com “Flaws”, um álbum praticamente acústico. Mesmo com a mudança repentina, o segundo disco da banda teve boa acolhida, chegando ao oitavo lugar na parada de sucessos britânica."(Fonte: G1)
No prêmio do Multishow, eles fizeram uma parceria com a banda/bloco carioca "Empolga às 9", na música "Always Like This" e ficou MUITO BOM!
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Já ontem, no VMB, quem finalizou a festa com chave de ouro - sem contar o Bonde das Cabeçudas ft Valeska Popozuda, claro - foi o Ok Go, banda americana de Chicago, famosa por seus clipes mega criativos e divertidos e seu som e visual caricatamente indie-fashionista.

Me arrisco a dizer que os clipes são tão bons quanto do Daft Punk ou Fat Boy Slim!
Vale a pena checar TODOS. Eu não me canso das coreografias!
O mais famoso de todos é "Here it goes again", o "clipe das esteiras".


Mas o que eu acho mais divertido mesmo é "This too shall pass":

12.8.10

Try me - We Have Band



Uma das principais atrações do 1234 foi o "We Have Band", um trio londrino de rock eletrônico de primeira qualidade.
O som lembra um pouco CSS, Rapture, LCD Soundsystem e afins. Um pouco de sintetizadores, guitarras, gritos e batida boa pra uma balada moderninha/indie.
A apresentação foi enérgica e rápida, e deixou o publico com vontade de mais, sob aplausos, assobios e berros.
Na hora olhei no Line Up e sabia que quando voltasse ao Brasil tinha que checar essa banda, que tinha futuro!

A banda formada por THOMAS W-P, DEDE W-P e DARREN BANCROFT, lançou o primeiro album no começo do ano, com o nome de "WHB" e começa a se divulgar com força, mas sempre querendo ser underground - até porque o mainstream nao combina com eles.

A música de divulgação é "OH!" e foi uma das minhas preferidas no show.


Vale a pena dar uma checada também no MySpace e no site oficial pra conhecer.

Confiem em mim: essa banda ainda vai tocar na sua balada!

15.7.10

One Two Three Four @ Shoreditch - London

Let's talk about London!

É verão no hemisfério norte, e pipocam festivais de música pela Europa, e Londres, sendo considerada "birth of the cool", não poderia ser diferente.

Um dos festivais mais vanguardistas de todo o mundo é o novo "1234", que começou há cerca de três anos e lançou bandas como Florence And The Machine e teve Fab Moretti (Strokes, Little Joy) fazendo um som com Har Mar Superstar, etc.

Esse ano o festival, que é patrocinado pela Converse, será no dia 24 de Julho no Shoreditch Park, bem no meio de Londres e já tem todo o Line Up formado, que conta com mais de 100 bandas/djs, 5 palcos, espera um público de 8mil pessoas, com 10 after-parties confirmados. E adivinha quem vai dar uma passadinha por lá?

O que mais me chamou a atenção foi a participação de Peter Hook, ex-integrante do Joy Division e New Order, assim como Primal Scream e Crystal Fighters. As outras bandas e djs são o 'crème de la crème' do underground europeu, e vão desde banda super indies e nerds, até os djs mais darks sintetizados, passando por guitarras experimentais e "maximal house".

The 1234 é o exemplo de tudo o que é mais moderno na Europa, de música à moda, e o objetivo é ser underground, com uma inspiração e exaltação do punk que fez todo o Reino Unido tremer em meados dos anos 70.

Exemplo do que vai rolar:




Para ver galerias, bandas, afterparties, etc etc etc, entrem no site oficial do evento: http://the1234shoreditch.com/
Clique AQUI Para ouvir a rádio no LastFm.

12.7.10

Underwater


Tem coisas que só compartilhar via Twitter e Facebook, não vale a pena e em se tratando de posts comemorativos de um ano do blog, tinha que retornar com c
oisas realmente legais!
Como é o caso desse vídeo com fotografias do Mark Tipple de seu "Underwater Project". O projeto veio da ideia do fotógrafo de mostrar diferentes ângulos o que há além da superfície, assim como o movimento dos corpos e a elegância do fundo do mar. O vídeo soube expressar muito bem a ideia do artista, que é australiano e surfista desde criança.

O livro (que custa cerca de USD80) do projeto também conta com relatos sobre experiências no mar, agradáveis e relax até as mais radicais e desesperadoras.


Mais no site oficial: http://www.marktipple.com/
Facebook: facebook.com/theunderwaterproject

31.5.10

Vampire Weekend!!!

Vampire Weekend lança novo clipe!
Ainda não falei sobre o novo e impecável álbum, mas fica a dica mesmo assim!

6.5.10

Mash your bootie até o chão! Chão! Chão!

Desde o começo deste ano venho acompanhando o blog 365MashUps do João Brasil, que se propôs o desafio de fazer 1 mash up por dia nesse ano de 2010.
*
Uma vez baixei por acaso uma mixtape do João Brasil, que fez especialmente para o blog O ESQUEMA, que se chamava "Big Forbidden Dance", e fiquei apaixonado pelo tipo de musica produzido em que ele misturava várias músicas em uma única faixa, e ficava como uma música nova e muito engraçada. A forma mais "simples" é usar uma música de base e colar o vocal de uma outra.
*
No caso de Big Forbidden Dance, começa a tocar funk e termina com uma lambada e quando se vê já foi até o chão e está rebolando com um par ao som de Kaoma.
*
Parece bizarro, e é, mas é admirável o talento desses djs de tocar uma música cafonérrima, juntamente com um clássico tipo Beatles e fazer uma outra coisa completamente diferente e divertida!
*
Nos últimos dias começou a divulgação da festa Bootie Rio, no Fosfobox, a primeira festa 100% mash up do Brasil, produzida pelo Fabiano Moreira (ex-AGEMDA). A festa já existe no mundo todo e chega no Rio na próxima sexta, dia 14 (véspera do meu aniversário, anotem!), e promete!
A divulgação tem sido espalhar pela web, todo o tipo de mash up produzida por artistas da área, e tem aparecido MUITA COISA BOA!
Aliás, sustentou meu vício e ainda me deixou com (MAIS) vontade de fugir pro Rio no próximo fim de semana!
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Selecionei algumas coisas pros meus queridos leitores conferirem a genialidade das jogadíssimas Mash Ups! Tem pra todo gosto!
*
Lady Gaga:



Tom Jobim – “Wave” with Mc Marcelly – “Eu sou tudo“! Mashup name = Eu sou wave!

Eu sou wave (João Brasil)bylontramusic

Tom Jobim with João Gilberto and Stan Getz – “Só danço samba” X Pretinho Tenor – “Vuk Vuk“. Mashup name = Só danço Vuk Vuk!

Só danço Vuk (João Brasil)bylontramusic

LCD Soundsystem – Home X Lily Allen – Friday Night! Mashup name = Home night!

Home night (João Brasil)bylontramusic

Um Tapinha Não Dói – Furacão 2000 (The Twelves/Fever Ray Remix)

Fever Ray Remix)bybootierio

Funk da Bixa Xoxota X Kraftwerk



Black Eyed Peas – My Humps X Banda Calypso – Louca sedução. Mashup name = Louca por humps

Louca por Humps (João Brasil)bylontramusic

What Fricote can I say (Jay Z vs Luis Caldas)

What fricote can I say (João Brasil)bylontramusic

Freddie Freeloader X Drop it like its hot (Ft. Pharrell) = Drop it Freddie

Drop it Freddie (João Brasil)bylontramusic

Touch it Morena (Busta Rhymes vs Los Hermanos)

02 Touch it, Morenabybootierio

Mashup - Queen vs. Outkast - Hey We Will Rock You Ya



***
Para saber um pouco mais da história do estilo e a diferença pro Remix: http://papodehomem.com.br/mashups-quando-a-soma-das-partes-e-maior-que-o-todo/

No mais, SIJOGA! :)

Fontes:
http://365mashups.wordpress.com/
http://bootierio.wordpress.com/

3.5.10

LCD Soundsystem - This is happening


LCD Soundsystem é o tipo de banda que todo mundo deve ouvir - e provavelmente já ouviu, mas as vezes nem sabe...

O som quando ouvi pela prmeira vez, me lembrou muito The Rapture, porque misturava rock com elementos eletrônicos, sintetizadores, etc.
Acontece que era até melhor que Rapture, e de repente "Daft Punk is playing in my house" estava tocando em todas as baladinhas que eu frenquentava..

O som além de todos os elementos eletrônicos, mistura também uma batida do house, bem clássica. Com tantas misturas, LCD Soundsystem entra pra lista de bandas com difícil classificação, pois não é "simplesmente" um Synthpop/rock, nem eletro-rock, nem dance-punk, nem eletrohouse! É meio que tudo junto.

O álbum de 2010, "This is happening" continua fiel ao estilo iniciado pela banda de NY.
melhor que falar sobre a banda, é ouvi-la e pedir pro Dj tocar na balada!


E essa nem é minha música preferida do álbum...

25.4.10

Smoke City, burning hot!


Lembram da sessão de música de sexo?
Pois aqui já vai um álbum todo de uma mesma banda, infelizmente já extinta.

Smoke City foi um grupo de acid jazz e trip hop, com vocais da charmosíssima brasileira Nina Miranda, e dois ingleses: Mark Brown e Chrins Franck.


A banda teve mais ou menos 5 anos de duração, mas a música Underwater Love de seu primeiro álbum, Flying Away (1997) foi uma das mais escutadas em 1996 porcausa de um comercial da Levi's.
O comercial dirigido por Michel Gondry, assim como a música e o álbum, era sexy e submarino! E chegou a ser proibido em alguns lugares..


Enfim, não tem muito o que dizer sobre Smoke City, a não ser de toda a sensualidade e sofisticação do som, que apesar de ter elementos eletrônicos e étnicos produzidos a mais de 10 anos atras, continua sendo moderno e chic (apesar da tentativa do Boninho de acabar com uma música - Mr Gorgeous - colocando como trilha de casal de BBB)!


Have a great f*ck!

Download

24.4.10

Alice @ Go!Midia Blog

Alice é o filme mais esperado da temporada, e estréia hoje em todo o Brasil, depois de duas vezes adiado – a princípio, para aumentar a bilheteria que deixou a desejar nos EUA.

O filme de Tim Burton conta com Mia Wasikowska como Alice, Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Matt Lucas, Alan Rickman e Timothy Spall e ganhou o título de maior estreia em 3D, superando Avatar.
O fato de ser um filme de Burton é o que mais atrai os espectadores, devido a toda estética já conhecida do diretor, que está em sua oitava parceria com Johnny Depp – Edward Mãos de Tesoura (1990), Ed Wood (1994), James e o Pêssego Gigante (dublagem – 1996), A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999), A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), A Noiva Cadáver (2005), Sweeney Todd (2007), Alice (2010).

Leia Mais

24.3.10

Sade is a soldier of love


Ouço Sade desde que criança, por influência dos meus pais, fãs da nigeriana naturalizada inglesa.

O som é sempre beeeem low profile/easy-listening, com influências de jazz, música tribal, eletrônica, etc. E como ela é, digamos, exótica e sexy, fica classificado com World Music – seja lá o que isso signifique.

O último álbum, do início desse ano, chama-se “Soldier of Love” e valeu toda a espera.

Achei o álbum mais pop, ainda que os quase-gemidos continuem sensualizando e levando os ouvintes (sim, porque ouvir Sade acompanhado é sempre melhor) a algum bar com iluminação baixa com algum drink afrodisíaco, já pedindo a conta pra ir pra algum lugar MAIS íntimo.

A voz sussurrada e sensual com todos esses elementos e uma batida lenta e ritmada, faz com que Sade seja música de sexo, sem hesitar (fica a dica).

Acho o melhor álbum dela, ainda que ame os outros.


Segue o Link.

E bom proveito! ;)

PS: vou fazer uma sessão de fuck music aqui no blog, alguém tem sugestões de álbuns, músicas e artistas? Quero todo mundo on fire nesse outono/inverno. Interajam amiguinhos! (PS2)Comentários valem muito pessoalmente, mas aqui no blog me deixa feliz de saber que vcs tão lendo e principalmente o que estão achando!

22.3.10

She & Him vol. II


Depois de todo mundo se apaixonar pela Zooey Deschanel em “500 dias com ela” e principalmente pela doce voz da musa indie do ano, ela reaparece em mais um trabalho musical, da sua dupla She & Him.

O álbum "Vol. 2" (criativo, huh?!) ainda não foi lançado oficialmente, mas dá para ouvir AQUI.

E fica óbvio que está mais pop, mas pelo visto, nem por isso menos fofo.

O clipe de divulgação me surpreendeu porque achei que a dupla gostava de passar uma imagem até meio blasé, mas que não bate com essa mistura de Britney Spears em 'Oops I did it again' com Feist em '1 2 3 4' em que Zooey canta dança e representa!




Saindo, disponibilizo o link ;)

21.3.10

"Ô Marinheiro, só! Quem te ensinou a nadar?" - Moda Masculina na Linha do Mar

Tenho visto por aí uma inspiração na linha do mar de um charme e de um conforto que resolvi compartilhar, já que sou a favor da continuação da tendência no inverno..
O Navy fashion está nas calças mais curtas ou dobradas, nas bermudas e shorts que já falei aqui - assim como nos sapatinhos mais baixos slip on, docksides, camisas listadas, muito azul, branco e detalhes vermelhos..










Alguns dizem que a inspiração vem de Coco Chanel que começou com essa moda na década de 1920, outros dizem que o revival é procausa do "aquecimento global".
De qualquer maneira, prezando pelo conforto e bom gosto, essa é uma escolha sem erros!
(Até comecei a simpatizar pelos docksides, ainda que nao pra mim).

Fonte: Sem paletó, GQ Japan, Lacoste (editorial)

11.3.10

Telephone Gaga & Honey Bee

Chic! Samba Chic!


Paula Lima sempre me chamou atenção e pelo cabelo, confesso.
Sempre a achei charmosa, brasileirona, com um vozeirão incrível, mas nunca tive muita vontade de procurar coisas sobre o trabalho, ou algo do tipo - a não ser as mais famosas, e inclusive "Meu Guarda-chuva" em parceria com o Dj Patife que eu adoro!

Me animei a ouvir o álbum de 2008, Samba Chic e me arrependi de não ter procurado antes!
O álbum é duplo, tirado do DVD homônimo, e tem algumas participações especiais e uma realmente especial: Dona Ivone de Lara que AGRADECE A OPORTUNIDADE de estar ali. Então quer dizer.. Daí você, desinformado como eu, começa a questionar: COMO alguém desse nível de talento não aparece mais por aí? Não tem tanta visibilidade (musical, porque o estilón e o cabelón são gritantemente charmosos)?
Uma coisa eu consigo responder: é que ao mesmo tempo que ela tem a ideia genial de convidar D. Ivone de Lara, ela convida o completamente DISPENSÁVEL Toni Garrido. Podia ter ficado sem essa né chuchu?

E aí começamos a pensar, como ela não decolou na carreira como teria capacidade? Ah sim! Ela se presta o papel de ser jurada no Ídolos. Gatona, vc nããããão precisa disso ok?

'Paulinha' tem um talento indiscutível, mas tem ideias discutíveis. Então, vamos fazer assim: Canta, só canta! E arruma um empresário talentoso.

Fora essas gafes da cantora, o álbum é ótimo! Realmente gostoso de se ouvir!

CD1
CD2



Google:
"Em 1995, foi convidada por Skowa a integrar o Grêmio Recreativo Amigos
do Samba, Rock, Funk & Soul e, com a banda, participou do CD 23
de Jorge Ben Jor, nas faixas “Princesa” e “Engenho de Dentro”.
Gravou com a dupla de Hip Hop Thaíde & DJ Hum a música Sr. Tempo Bom”,
no CD “Preste Atenção”. Em 1997, fez parte da banda Zomba.
Entre 1998 e 2000 fez parte da Banda Funk Como Le Gusta participando
do CD Roda de Funk. Em 2000, foi convidada por Bernardo Vilhena,
diretor artístico da Regata Música, a gravar um CD solo intitulado
“É Isso Aí”, em que Seu Jorge cedeu três músicas inéditas.
O disco ainda conta com as participações de Gerson King Combo,
Banda Black Rio, Ed Motta, Max de Castro, Ivo Meirelles, Funk’n'Lata e Xis.
A cantora lançou cinco álbuns: SambaChic, Sinceramente, Paula Lima,
Diva Paulista e É Isso Aí."

28.2.10

Berma Nervosa?

Lembram da história da calça curta ou dobradinha?
Eu mesmo que não era fã já comecei a gostar da ideia. Mas gostei mesmo foi da inclusão das bermudas no guarda-roupa mais "social" masculino.
De uns tempos pra cá, a bermuda foi ganhando espaço e respeito e novas possibilidades de ser usada, com camisas de botão, por exemplo, foram aparecendo e ficando chic e despojado, do jeito que nosso verão merece.
Com o fim desse calorão, nas ruas mesmo, andam surgindo adaptações que vão desde colocar um blazer, ou um cardigã, como dobrar as barras (aliás, as bermudas tem vindo cada vez mais curtas e com cortes secos e retos).

Achei tão mediterrâneo e fresco que virei adepto!






Abaixo as bermudas de surfista fora da praia!

5.2.10

Zara goes Jeans!

A maior tendência do inverno também na Zara: Jeans com jeans e rock 'n' roll (zara young)!
Atenção também para a alfaiataria casual-chic.








18.1.10

Milan Fashion Week - Fall '10

As coleções de inverno de Milão são bem variadas, mas no fim das contas apontam para uma mesma direção.

Muito Trenchcoat, volta da calça skinny, influências militares, jeans com jeans, couro, coturnos, ternos com texturas ou estampas diferentes (por exemplo: calça lisa com blazer listado ou mais brilhoso, e vice versa), variação entre roupas mais justas e casacões enormes volumosíssimos, xadrez e listas ficando de vez, roupas esportivas, gravatas superfinas, etc.
Sempre lembrando que não gosto de trazer as informações ao pé da letra, num clima tão diferente.



Acho que as que mais gostei fora a Dolce & Gabanna e Burberry.

Fonte: GQ

17.1.10

Phoenix e Pony Pony Run Run no SynthPop Francês

Pra dar um break no papo Moda, nessas semanas cheias de eventos por aí, vamos de música!
Synth-pop está bombando, aliás, sempre foi uma vertente de sucesso, desde a época de Depeche Mode e New Order, com o synthpop bem pesado, seguindo a linha gótica da época.
Nos últimos tempos, bandas como Cut Copy, Friendly Fires, Phoenix, entre outras, tem feito muito sucesso pelo mundo.
As bandas atuais, tem um ritmo mais alegre que as precursoras, e mais dançantes também..

A banda francesa Phoenix ganhou o mundo com Lisztomania, no álbum Wolfgang Amadeus Phoenix e o estilo modernoso, já que eles também viraram queridinhos do mundo da moda - O estilista Hedi Slimane assina a capa do single em vinil para "Everything is Everything", do segundo álbum, "Alphabetical".



Pony Pony Run Run - também franceses -, ganhou o público fiel do SynthPop / Powerpop que acredita que tenham desbancado a própria Phoenix e cia. O estilo é o mesmo, valorizando as produções de clipes um pouco mais, talvez. Mas o ritmo continua dançante, com cara de anos 80 revisitado, abusando de sintetizadores e teclados, o trio francês da região de Nantes, anda ganhando status de "a melhor banda" surgida na atualidade.
O título de "melhor da atualidade" é claramente, mais que discutível, mas que gera um marketing para ambas as bandas, e principalmente, chama a atenção para a música francesa, que tem desbancado várias bandas do "mainstream alternativo" US-UK há algum tempo, ao exemplo de Daft Punk, Justice, datA, Yelle, etc (sem citar o próprio Manu Chao, Coralie Clement, Carla Bruni, etc etc etc etc).

Empolgações europeias a parte, as banda sao superlegais e nada de excessos hypados-modernosos!

Como o blog, agora não vai mais disponibilizar os links pra download, devido a algumas advertências do blogspot, assistam os clipes!





PS: se quiserem os links, é só pedir, não levo essas coisas tão a sério assim.