
10.9.10
Mixtape - bubble gum

11.3.10
8.2.10
My Girls Gone Wild #3
Em tempos de carnaval, alguém levanta a bandeira dos cafas e reconhece o tal charme dos bad boys.Fernanda é caloura de Comunicação, que jogou Odonto pro alto, lembrando que seu "passado" artístico como atriz ainda corre em suas veias. Libriana, é meu super-ego em muitas noites - e dias, confesso - sempre prezando pelo amor, charme, doçura e a boa convivência. (Prometi dizer que ela não é confusa, mas ...)

Conheci Jonathan a algum tempo quando assisti ‘Match Point’, e foi completamente inevitável que eu me apaixonasse pelo moçinho-vilão que jogava tênis com aquele charme de conquistador canalha, dava o maior amasso na chuva com a Scarlet e no final, chorava com toda sinceridade depois de matar sua amante.
Mas meu verdadeiro caso de amor com Jonny, ou Jonathan Rhys Meyers para quem não é intimo como eu, começou um pouco mais tarde quando vi ‘August Rush’ ( que em português ficou sendo’ O som do coração’) filme maravilhoso em que Jonathan lindo, charmoso, ótimo ator, e com aquele sotaque irlandês não se compadece de pobres corações apaixonados como o meu e mostra seus dotes musicais, canta e toca guitarra com a maior pinta de rockstar.

Aquelas pessoas de sorte que gostam das pessoas “certas” certamente não vão entender e muito menos compartilhar da minha paixão. Mas com certeza, aquelas que assim como eu, fazem parte do grupo que gostam dos “errados” também vão perder a respiração por alguns segundos toda vez que o jonny aparecer falando: “Hugo” (mas AQUELE hruugooou) na propaganda da Hugo Boss. Sim, esse é o fator apaixonante, ou para ser brega o borogodó do Rhys Meyers, ele é o garoto problema, já foi preso algumas vezes pelas seguintes acusações: embriaguez, alteração da ordem pública, conduta violenta e desacato. Irresistivel, não?! A cara de galã com o charme de vilão fazem com que Jonathan seja perfeito para papeis como Henrique VIII ( um rei autoritario que rompeu com a igreja e se casou 6 vezes) e Elvis Presley (rei do rock’roll, do rebolado, do charme e defensor dos presidiários). Papeis que o deram mais credibilidade como ator, provando que Jonathan não é só mais um bonitão (perfeito, eu diria) com sotaque britanico.

Enfim, um pouco relutante, vou deixar aqui um top do meu amor, só pra tentar ser bem moderna -mente aberta e dividir ele com os outros. Bom Jonny, depois dessa declaração de amor, vou ficar esperando sua ligação para saber se eu arrumo um tempinho para você no meu carnaval!
1- August Rush (o filme é lindo, o Jonathan mais ainda)
2- The Tudors (qualquer uma aceitaria ser a 7, 8, 9, 10 esposa desse Henrique VIII)
3- Velvet Goldmine (Jonathan cheio de purpurina beijando Ewan McGregor)
4- Michael Collins (ele ta bem novinho e faz o papel de um assassino, ui!)
5- Match Point (não é meu preferido, mas é Woody Allen inspirado em Dostoiévski)
2.2.10
My Girls Gone Wild #2
A autora da vez pegou o gancho de Sartori e continuou falando de relacionamentos amorosos. Dessa vez, Carol Zauza, faz um manifesto-desabafo contra a dor crônica de amor, ou melhor, ao culto da mesma.Carolina é estudante de Direito, sarcástica incompreendida, taurina convicta e leitora misteriosa do blog.
AMOR-PRÓPRIO DJÁ!
Minha mãe (maior colecionadora de frases de desapego da face da Terra) sempre me disse: “A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.” Mas se o fim é uma verdade universal, pra que tanto sofrimento, minha gente? E que fique bem claro que não quero com isso parecer insensível ou prepotente. Pelo contrário, sou uma verdadeira drama queen: choro, soluço, me jogo no chão, bato a cabeça na parece e me corto (freak!).
Vai doer? Vai!
Vai dar raivinha? Muita!
Mas TEM QUE passar. Porque, gente, “CHORA, ME LIGA, IMPLORA MEU BEIJO DE NOVO” só é aceitável em show de sertanejo no Alambique em BH! Caso contrário, é totalmente desnecessário!
Isso tudo é pra pedir por mim e por vocês: AMOR-PRÓPRIO DJÁ!
Entendo que não é tão fácil assim e que palavras são sempre mais simples que a prática (clichê). Escolhi esse posicionamento e estou programando minha mente pra agir de acordo com isso tudo. Pode ser que eu me foda bonito, Brasil. Ou não.
E quando bater um desespero de leve, tenhamos em mente um trecho de Paper Bag que sempre me comove (porque eu sou dessas rachas emotivas): “Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to Love.”.
Beijos e dignidade já! (NOT!)
25.1.10
My Girls Gone Wild #1
A primeira convidada é a maior incentivadora do "5 o'clock coffee", também bloggeira do recomendadíssimo Ondas Buenas, fashionista, moderna, blond fatalle- todas até agora são-, do rock e dos clássicos. Danielle Sartori expõe um pouco do seu lado assumido de Mujer Dramatica almodovariana e fala de romance e virtualidade.Perdendo o fio da meada...
A vida moderna nos acomete de muitos males. Dentre os piores pra mim classificados seria o fato da vida virtual ter complicado e muito as relações e os romances de mujeres dramáticas como yo.
Explico melhor e para ilustrar vou até a idade da pedra.
Antigamente as bases das relações se davam por um compromisso firmado entre as famílias. Ter um romance ou relacionamento não era um trabalho nem mérito seu. Seu pai te oferecia a algum pretendente que ele julgasse bom e a partir daí vc se dava bem ou não.
Depois com a liberdade convencemos aos mais conservadores que amar era muito bom e que viveríamos ao lado de alguém baseado em algo que não se explica apenas se sente. Era a fase romântica onde era permitido se apaixonar e ACREDITAR. Os namoros e noivados eram coisa séria e ninguém exibia suas datas especiais a todos que quisessem bisbilhotar na rede. A gente sabia quando estava com alguém e não tínhamos a necessidade de se auto afirmar por fotos que não dizem nada.
Passado algum tempo tenho me deparado com conflitos que Freud não me explica.
A pseudo-distância afetiva tende a colocar tudo num caldeirão onde não separamos o joio do trigo. Vc envia um e-mail romantiquinho e quer pq quer uma resposta imediata desse chamego virtual.
Nessas horas o bom senso passa longe e vc não consegue pensar se ele teve tempo, se teve inspiração, ou qualquer coisa do tipo.
Numa euforia sem sentido a gente só tem olhos e rastreadores pra saber que ele respondeu fulano ou ciclano, que isso é pessoal e
que o romance subiu no telhado.
Montar um circo nunca foi tão fácil....
Passada a fase 1 da crise, isso nos aponta para o óbvio.
As fragilidades de nossas relações.
Falta base, falta toque de verdade, não do teclado.
Atualmente tem que ser ninja pra deixar alguém seguro diante dos apelos da internet e de tudo. E a ética de como fazer isso tá meio confusa. Pq nao é colocando foto de casal na sua página virtual que vc garante alguma coisa.
Freud no alto de sua sabedoria deveria apontar um predestinado pra fazer um apanhado disso pra gente
A humanidade está precisando de novos estudos, tá rolando uma defasagem de material e de apoio. Não adianta passar e-mail.
ps: texto feito com a colaboração de lamentos de uma amiga em meio a uma crise virtual no MSN.
