14.9.10
"Saudosismo": já em VHS na locadora mais próxima!
1.9.10
Darkroom
5.4.10
Kurt
Com toda essa onda “back to 90’s”, nada mais juto que falar de Nirvana, já que hoje é o aniversário de 16 anos da morte do cantor da banda, Kurt Cobain.
Nirvana embalou meu ódio adolescente, assim como me deu motivo pra ter crises existenciais e assim, realmente pensar sobre sexo drogas e me apaixonar de verdade pelo heavy metal, ou melhor, o rock grunge de Seattle, que era referência pra algumas das bandas que posteriormente eu ia ouvir e não gostar.
É difícil, quando se realmente gosta do original e depois gostar do que surgiu dali e parece cópia.. Não acho que nenhuma outra banda grunge conseguiu fazer o que o Nirvana fez: no auge da gritaria dramática e junkie, Kurt e Cia, se sentaram e desplugaram a guitarra pra gravar o MTV Unplugged, que NÃO ficou menos rock’n’roll por isso!
Além de tudo, Nirvana virou referência pra qualquer nova banda de garotos de 15 anos espinhentos que começam a descobrir o rock agora..
polêmico (L)
Fãs de Guns’n’Roses: acho sua bandinha de uma fanfarronice macarrônica, e o Axl não passa de um poser de meia-idade ainda tentando ganhar a vida com o que um dia ele já ganhou alguns milhões. Kurt não precisou disso, e ainda fez como os bons malditos (Janis, Jim & Jimmy) do rock: morreu cedo e 'misteriosamente'.
Rest in peace! :)
2.2.10
My Girls Gone Wild #2
A autora da vez pegou o gancho de Sartori e continuou falando de relacionamentos amorosos. Dessa vez, Carol Zauza, faz um manifesto-desabafo contra a dor crônica de amor, ou melhor, ao culto da mesma.Carolina é estudante de Direito, sarcástica incompreendida, taurina convicta e leitora misteriosa do blog.
AMOR-PRÓPRIO DJÁ!
Minha mãe (maior colecionadora de frases de desapego da face da Terra) sempre me disse: “A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.” Mas se o fim é uma verdade universal, pra que tanto sofrimento, minha gente? E que fique bem claro que não quero com isso parecer insensível ou prepotente. Pelo contrário, sou uma verdadeira drama queen: choro, soluço, me jogo no chão, bato a cabeça na parece e me corto (freak!).
Vai doer? Vai!
Vai dar raivinha? Muita!
Mas TEM QUE passar. Porque, gente, “CHORA, ME LIGA, IMPLORA MEU BEIJO DE NOVO” só é aceitável em show de sertanejo no Alambique em BH! Caso contrário, é totalmente desnecessário!
Isso tudo é pra pedir por mim e por vocês: AMOR-PRÓPRIO DJÁ!
Entendo que não é tão fácil assim e que palavras são sempre mais simples que a prática (clichê). Escolhi esse posicionamento e estou programando minha mente pra agir de acordo com isso tudo. Pode ser que eu me foda bonito, Brasil. Ou não.
E quando bater um desespero de leve, tenhamos em mente um trecho de Paper Bag que sempre me comove (porque eu sou dessas rachas emotivas): “Hunger hurts, but starving works, when it costs too much to Love.”.
Beijos e dignidade já! (NOT!)
25.1.10
My Girls Gone Wild #1
A primeira convidada é a maior incentivadora do "5 o'clock coffee", também bloggeira do recomendadíssimo Ondas Buenas, fashionista, moderna, blond fatalle- todas até agora são-, do rock e dos clássicos. Danielle Sartori expõe um pouco do seu lado assumido de Mujer Dramatica almodovariana e fala de romance e virtualidade.Perdendo o fio da meada...
A vida moderna nos acomete de muitos males. Dentre os piores pra mim classificados seria o fato da vida virtual ter complicado e muito as relações e os romances de mujeres dramáticas como yo.
Explico melhor e para ilustrar vou até a idade da pedra.
Antigamente as bases das relações se davam por um compromisso firmado entre as famílias. Ter um romance ou relacionamento não era um trabalho nem mérito seu. Seu pai te oferecia a algum pretendente que ele julgasse bom e a partir daí vc se dava bem ou não.
Depois com a liberdade convencemos aos mais conservadores que amar era muito bom e que viveríamos ao lado de alguém baseado em algo que não se explica apenas se sente. Era a fase romântica onde era permitido se apaixonar e ACREDITAR. Os namoros e noivados eram coisa séria e ninguém exibia suas datas especiais a todos que quisessem bisbilhotar na rede. A gente sabia quando estava com alguém e não tínhamos a necessidade de se auto afirmar por fotos que não dizem nada.
Passado algum tempo tenho me deparado com conflitos que Freud não me explica.
A pseudo-distância afetiva tende a colocar tudo num caldeirão onde não separamos o joio do trigo. Vc envia um e-mail romantiquinho e quer pq quer uma resposta imediata desse chamego virtual.
Nessas horas o bom senso passa longe e vc não consegue pensar se ele teve tempo, se teve inspiração, ou qualquer coisa do tipo.
Numa euforia sem sentido a gente só tem olhos e rastreadores pra saber que ele respondeu fulano ou ciclano, que isso é pessoal e
que o romance subiu no telhado.
Montar um circo nunca foi tão fácil....
Passada a fase 1 da crise, isso nos aponta para o óbvio.
As fragilidades de nossas relações.
Falta base, falta toque de verdade, não do teclado.
Atualmente tem que ser ninja pra deixar alguém seguro diante dos apelos da internet e de tudo. E a ética de como fazer isso tá meio confusa. Pq nao é colocando foto de casal na sua página virtual que vc garante alguma coisa.
Freud no alto de sua sabedoria deveria apontar um predestinado pra fazer um apanhado disso pra gente
A humanidade está precisando de novos estudos, tá rolando uma defasagem de material e de apoio. Não adianta passar e-mail.
ps: texto feito com a colaboração de lamentos de uma amiga em meio a uma crise virtual no MSN.
17.8.09
Cuba!
Deixando de lado as polêmicas discussões políticas envolvendo Cuba, ando fã da tal ilha, principalmente pela música - e pelos mojitos, confesso. Por isso resolvi abrir uma sessão aqui no blog só sobre isso.
Cuba #1:
Marina de la Riva:

A moça é brasileira, filha de uma brasileira com um cubano, faz um som impecável, com influência direta de ambos os países.
Marina tem uma voz doce e suave, que cantando em espanhol deixa suas músicas tão dramáticas quanto sensuais.
Não é qualquer um que pode cantar Mutantes em ritmo de forró e um pouco de bolero cubano, sem soar cafona. Pois Marina faz isso e muito bem!
Sua música é um misto de música cubana, com latin jazz, bossa nova e MPB.
Infelizmente só existe um álbum da cantora, mas que deixa qualquer um encantado. Eu fiquei e desde então me viciei em música cubana.
Download: http://www.4shared.com/file/36263695/c9bd789d/Marina_de_La_Riva_-_Marina_de_La_Riva_-_2007.html?s=1
http://www.myspace.com/marinadelariva
www.marinadelariva.com.br
11.8.09
Simon & Garfunkel
Simon & Garfunkel é música pra se ouvir quando triste, quando viajando (SUPER recomendo), ou quando não se quer errar numa trilha sonora - seja de filme, seja de um bom/mau momento, seja num daqueles vídeo de lembrança pros amigos.
Meu pai comprou um mini-box com 3 cds da dupla há muitos anos atrás - Sounds of silence (1966), Bookends (1968), Bridge over troubled water (1970) - e eu sempre gostei do clima que a música me passava.
Como é de se perceber, a dupla começou seu sucesso e se acabou no auge do movimento hippie dos EUA, mas sem fazer parte do mainstream regado a LSD, cogumelos, e etc.
O que vale é entrar no clima de rodinha de violão - dessas que não sejam cafonas e toquem Andança, Quando Deus te Desenhou, Pais e Filhos, etc -, ou de roadtrip, cantando emocionadamente "Bridge over troubled water", e relembrar Dustin Hoffman e sua 'Mrs. Robinson' em 'A primeira noite de um homem'.
Download:
Simon and Garfunkel - 1966 - Sounds of Silence:
http://www.4shared.com/file/59042812/2a0da65c/Simon_and_Garfunkel_-_1966_-_Sounds_of_Silence.html?s=1
Simon and Garfunkel - 1968 - Bookends:
http://www.4shared.com/file/59043549/70cc7fa7/Simon_and_Garfunkel_-_1968_-__Bookends.html?s=1
Simon and Garfunkel - 1970 - Bridge Over Troubed Water:
http://www.4shared.com/file/93628192/287eab03/Simon_and_Garfunkel_-_Bridge_Over_Troubed_Water__Dolby_Digital_51__Scalisse.html?s=1
9.8.09
António Zambujo
Nunca tinha ouvido um fado português, mas um dia assistindo o Programa do Jô estava sendo entrevistado António Zambujo, cantor português, da nova geração de fadistas, que vem fazendo um grande sucesso pelo mundo, especialmente no Brasil, devido à influência da música brasileira em seus albuns.Me encantei de cara com sua música e sua entrevista. O sotaque português - que nunca gostei muito - ficou até charmoso nas músicas de Zambujo. Segundo o próprio, suas maiores influências da terra de cá são Caetano Veloso, Chico Buarque, Chet Baker, Tom Waits, Nina Simone, Marcelo Camelo e Roberta Sá com quem gravou uma música em seu último álbum (Outro Sentido). Não tem como ser ruim, né?
Não consigo parar de ouvir desde a primeira vez, devido ao charme, à intensidade e, claro, ao drama interpretado por António Zambujo em todos os fados.
Marilia Gabriela, quando o estava entrevistando, confessou que chorava em seus shows, e confesso que me emociono também - entendam: tá rolando uma identificação FORTE!
Definitivamente combina com um café, ou algum ambiente boêmio, com um boa companhia, e também sozinho.
"...o que se ouve em Zambujo é algo já que vai mais fundo. É um jovem cantor de fado que, intensificando mais a tradição do que muitos de seus contemporâneos, faz pensar em João Gilberto e em tudo que veio à música brasileira por causa dele."
Caetano Veloso
Agora é só ver e ouvir:
Download :
O primeiro álbum - O mesmo Fado (2002)
http://www.4shared.com/file/101636066/6
Avulsas:
Nem as paredes confesso
http://www.4shared.com/file/117776944/2
Pra onde quer que me volte (Trindade)
http://www.4shared.com/file/118013388/d
(ft Roberta Sá) Eu já não sei
http://www.4shared.com/file/118619120/9
Amor de mel amor de fel
http://www.4shared.com/file/119444021/3
Lábios que beijei
http://www.4shared.com/file/119444020/4
http://www.antoniozambujo.com
http://www.myspace.com/antoniozambujo






